Com a evolução dos processos de fabricação dos veículos que circulam mundialmente, todos os sistemas de frenagem utilizados atualmente tiveram melhorias em sua produção.

Com isso, utilizam matéria-prima mais resistente e durável, que garante a melhor possibilidade de fazer com que os veículos parem quando necessário. Sendo assim, sem que haja atraso no tempo de resposta ou freadas muito bruscas, que podem ocasionar acidentes graves. Isso, sem dúvida, se você fizer a manutenção adequada das peças, incluindo o funcionamento do sistema de freio a ar do caminhão.

De toda forma, há mais uma série de procedimentos que devem ser adotados para que a manutenção desse componente esteja em dia e garanta a sua proteção (falaremos mais sobre isso adiante).

Os freios pneumáticos foram criados nos Estados Unidos há bastante tempo, no fim do século 19, inicialmente, para o sistema de parada dos trens. Somente em 1956 passaram a ser instalados nos caminhões, oferecendo mais segurança aos seus condutores.

A base do sistema de freio a ar de caminhão é o compressor de ar. É ele o responsável por fazer com que a frenagem receba o ar, ao mesmo tempo em que isso ocorre no motor. Esse ar fica comprimido e é enviado ao regulador. Assim, a pressão dos freios é controlada, sendo o excesso de ar lançado para fora do veículo.

Tanto o eixo dianteiro quanto o traseiro têm dutos que levam aos freios. Além, daqueles relacionados ao freio de estacionamento, ao freio motor e ao da buzina, e outras peças do veículo. Se a pressão em algum desses dutos cair, não há perda total no desempenho do sistema de frenagem, pois os demais podem compensar esse problema em situações de emergência.

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